terça-feira, 15 de setembro de 2009

A primeira corrida ninguém esqueçe!



Pessoal,

Faz pouco mais do que cinco semanas que iniciei um treinamento que têm como objetivo correr uma “meia-maratona” no início de 2010. Minha preocupação principal é com o alcance das minhas corridas (e não o tempo) e já estou correndo por mais de 80 minutos (sem intervalo) por três vezes por semana (isso dá uns 10Km por vêz). Como parte do processo de treinamento, participei, no último domingo, de uma corrida aqui em Aventura: tratava-se de uma corrida de 5km, ao redor do Campo de Golfe central da cidade, saindo e chegando no Aventura Mall.
Fiquei muito feliz em completar a prova no tempo de 33minutos e 20 segundos – para mim uma vitória – mas devo, humildemente, colocar uma certa perspectiva nos números:
- Na minha categoria, Homens entre 40-44 anos, foram 7 participantes e eu cheguei em quinto, o quarto chegou quase 9 minutos antes do que eu e o sexto chegou 3 minutos depois.
- De quase 200 participantes (entre homens e mulheres), minha colocação foi 88.
- Na categoria 70-75, um senhor correu o percurso em 22 minutos (11 minutos mais rápido do que eu) - FDP.

Estou anexando duas fotos:
a) Race: foto do momento que estava passando pela linha de chegada, atentem a minha expressão séria enquanto corria, do meu lado uma das minhas concorrentes, rindo e “nem aí” para o esforço que eu estava fazendo para ultrapassá-la, do outro lado, de costas, a prefeita de Aventura.
b) Race result: foto dos resultados postados.


No início de outubro, irei participar de outra prova, só que de 10km.

Um beijão para todo mundo,

ADO

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Depeche Mode - Sept 5th 2009

Pessoal,

Música eletrônica não é a minha praia, não que desgoste, mas não é algo que eu escute regularmente. Mas tem um grande exceção: o Depeche Mode – esses eu escuto muito!

Não foi uma afinidade imediata – só os entendi melhor no início da década de 90, quando do lançamento do álbum “Violator”, CD daqueles que eu recomendo como discografia básica para qualquer mortal. Nele, está “Enjoy The Silence”, talvez uma das músicas mais lindas que conheço, uma das minhas favoritas.

O Depeche Mode está longe de ter um som festivo, mas sim carregado por uma forte introspecção, com muita sensualidade e doses de melancolia – é talvez, muito mais pesado e dark que muitas bandas de heavy metal.

Eu já havia assistido um show deles em 1994, mas por conta de uma péssimo local (o Olympia, em São Paulo) e uma terrível organização, foi uma experiência frustrante. Assim sendo, não podia perder a chance de assisti-los novamente.

A atual “Tour Of The Universe” está sendo muito comentada, principalmente pelos problemas de saúde que o cantor Dave Gahan apresentou na perna européia da mesma – um câncer na bexiga, problemas na garganta e um tornozelo quebrado, tudo isso com um cara que quase morreu, algumas vezes, por overdose (está limpo por 14 anos) e que, no auge da dependência, tentou suicido.

Eles se apresentaram no Bank Atlantic Center – que estava lotado. O lugar é perfeito: o Depeche Mode exige espaços grandes, pois, apesar da carga de introspecção, é uma música para grandes massas (por sinal este é o nome de um grande álbum deles, “Music For The Masses”).

Eles são, atualmente, um trio (Dave Gahan, Martin Gore e o Andrew Fletcher) e, ao vivo, são acompanhados pelo tecladista Peter Gordeno e pelo, EXCELENTE, baterista Christian Eigner – este é um show a parte e garantiu um som diferente e mais pesado (o seu kit de bateria têm bumbo dublo e tudo – parecia baterista de banda de heavy metal).

A produção do show foi bem interessante, com a cenografia feita por vídeos bem legais e uma iluminação bem competente. O repertório foi baseado no último CD (Sounds Of The Universe), nos trabalhos mais recentes e, é claro, tudo salpicado com os grandes sucessos da carreira. Tocaram, praticamente, tudo o que eu queria ouvir: “Behind The Wheel”, “Never Let Me Down Again”, a fantástica “Shake The Disease” e, é claro, “Enjoy The Silence”.

Tocaram muito, estavam muito empolgados – o Dave Gahan estava com um pique incrível – o Martin Gore cantou algumas canções e todas as músicas tiveram sua versão “ao vivo” bem diferente das versões originais – tudo com um bom peso e muito swing.

Foi um show incrível – enterrando a experiência ruim do show de São Paulo e fixando meu entendimento que, apesar de ícones do “eletrônico”, trata-se de uma das mais importantes bandas do rock (atual e passado). Viva eles e que o Dave Gahan tenha toda sorte do mundo com sua saúde.

Na minha página do YouTube postei alguns vídeos da noite: http://www.youtube.com/user/ces77 .

Ado

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Ouvindo o Arcade Fire...

Amigos,

Deixem-me falar do ARCADE FIRE.
Como eles mesmo preferem se auto-denominar: são uma “trupe” e não um banda. Acredito nisso também. Pois os caras vieram das ruas de Montreal, usando instrumentos antigos e pouco comuns para bandas de rock, com uma sonoridade quase que “de rua”.
A primeira vez que eu tive contato com a música deles foi em 2004, ouvindo o CD “Funeral” - gostei, mas devido à correria da vida mais adulta, acabou não “fixando”. Até que em 2005, aqui em Miami, quando fui assistir ao show da Vertigo Tour do U2, eles usaram o Arcade Fire e sua música “Wake Up” como introdução para o início do show – e eu quase cai no chão ao ouvir a American Airlines Arena, em peso, cantar a música. Foi lindo.
Se listarmos as grandes músicas pop/rock que a década atual oirginou, “Wake Up”, ma minha opinião, deveria estar disputando os primeiros lugares. Eu confesso que, em música, eu sou muito mais sensível às melodias e harmonias do que a letras - sem desmerecê-las - e, no caso de “Wake Up”, é uma daquelas músicas que consegue me “pegar de jeito”, não foram poucas as vezes que me emocionou.

No nosso fantástico mundo de múltiplas opções, vou mandar os links de 4 versões diferentes de “Wake Up”, todas são lindas, mas usem com moderação:

  1. Versão Original do CD “Funeral”: http://www.youtube.com/watch?v=DEKC5pyOKFU
  2. Versão “Ao Vivo” gravada no Festival de Glastonbury (UK) - a multidão cantando junto é muito legal: http://www.youtube.com/watch?v=Jq6M4PWKvq4
  3. Versão “Ao Vivo” com participação do David Bowie – foi em alguma cerimônia de prêmios: http://www.youtube.com/watch?v=1-wEBmLht5g
  4. Versão “De Rua” - uma gravação amadora, feita no foyer de um teatro de Londres, onde eles tinham feito um show, muito legal tbém: http://www.youtube.com/watch?v=G8QYnxIjHWg

“
Children don’t grow up,
our bodies get bigger but our hearts get torn up.
We’re just a million little god’s causin rain storms
turnin’ every good thing to rust.”

Pode até ser que eu já tenha mandado esses links, pra alguns de vcs, no passado, mas nesse caso, sempre vale repetir.

Um bom final de semana!

Ado

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Ontem - Show especial

Pessoal,

Não vou esconder, nem disfarçar a verdade e, prefiro, contarei de “bate-pronto”: ontem fui assistir ao show “American Idol – Live in Concert” no Bank Atlantic Center. E gostei... muito.

Eu respeito o programa American Idol (AI), principalmente, por ser um programa que junta a família. No nosso caso, é um programa que não só assisti, de cabo-a-rabo, com a Maria Eduarda e a Candinha, como também gerou uma série de ligações com minha mãe, irmã, sobrinhos e por aí vai. Só por isso, se destaca.
Mas existe um mérito artístico?
Resposta: como todo programa de calouros, muita coisa ruim e, algumas vezes, momentos magníficos. Eu já havia acompanhado temporadas anteriores – no ano passado houve a brilhante participação do David Cook – mas a temporada 2009 reservou uma das grandes revelações até agora: Adam Lambert.
O cara (uma bichona, mais louca que o Freddie Mercury), foi capa da revista Rolling Stones, é dono de um vocal impressionante e versátil e, marquem minhas palavras, se pensar bem nos seu próximos passos, pode ser a maior coisa a sair desse tipo de programa.
O mais interessante – o cara não ganhou. Na final, perdeu para o Kris Allen, um carinha discreto, mas que, na fase final, demonstrou ser musicalmente bem preparado e acabou ganhando por pouca diferença – foi o confronto do Freddie Mercury 5.0 vs. o James Taylor Digital.

Isso explicado e comentado, vamos voltar ao show...

Noite muito especial, estava eu saindo, muuuuito bem acompanhado: da minha gatinha, Maria Eduarda, totalmente produzida para o show. O público do show era composto por: famílias com crianças, meninas adolescentes segurando cartazes e muitos gays (as bichas mais flamejantes que eu já pude ver) – uma salada interessante.
Antes de começar o show, toda vez que o telão exibia alguma imagem do Adam Lambert, a gritaria era impressionante – e vinha de todos os “tipos” da platéia, inclusive minha filha.
O show é legal, trata-se de uma apresentação, seqüenciada, dos Top 10 finalistas dessa temporada, começando pelo décimo até o ganhador. Cada um cantava algumas músicas, intercaladas por alguns duetos e participações em grupo. As músicas, para facilitar com a platéia, são todas sucesso atuais (de outros artistas) e a Maria Eduarda conhecia todas – cantadas, com louvor, até quase perder a voz. Somente mais para o final – pois foi o segundo colocado – entra o Adam Lambert: gritaria das crianças, desmaios, cartazes das adolescentes, bichas pulando, a Maria Eduarda batendo fotos, foi uma loucura... o cara começou o set dele com “Whole Lotta Love” do Led Zeppelin e, como foi no programa, a performance é impressionante, depois disso, a magnífica versão de “Mad World” do Tears For Fears, um medley de músicas do Bowie e no final “Slow Ride” do Foghat. Uma performance totalmente teatral e técnica, com um jeitão bem “Classic Rock: - talvez isso seja o desafio maior dele - sair dessa cara “antiga” - acho que isso determinou o resultado do concurso.
Quem me surpreendeu foi o ganhador, Kris Allen, que fez uma apresentação competente e muito boa – o cara toca violão/guitarra e piano, todos muito bem, com direito a solos (guitarra e piano) interessantes. Sua performance é totalmente honesta e verdadeira – talvez o grande motivo da vitória. O público adorou.
Destaco outros três participantes: Matt Giraud, um pianista que fez uma performance explosiva; Danny Gokey, um dos melhores vocalistas a aparecer no AI e uma figura que sabe segurar uma platéia grande; Megan Joy, dona de uma voz maravilhosa e diferente, talvez seja alguém grande se sair do ambiente pop e se dedicar ao mercado mais Jazz/Alternativo.

Valeu a pena pelo momento “Pai + Filha”; valeu pela experiência e valeu pela qualidade do show. Recomendo acompanhar, de leve, alguns desses caras.

Um beijão,

ADO

Obs: Os vídeos não ficaram tão bons, estou postando somente um – a entrada do Adam Lambert e a gritaria com “Whole Lotta Love” – o link para a minha galeria do MobileMe é:
http://gallery.me.com/cesilva77#100105/Adam1

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Valeu a pena espera: Fleetwood Mac (Originalmente Postado em 24/04/2009)

Pessoal,

Espero que este e-mail encontre todos muito bem.Seja quando morando no Brasil, ou seja na fase Flórida, tive o privilégio de assistir shows e performances incríveis e, confesso, faltam poucos nomes (dois ou três) para que a minha lista seja “respeitável”. Ontem pude assistir, pela primeira vez, a banda que configurava no topo da lista das que faltavam: eu a Cândinha fomos assistir ao FLEETWOOD MAC, que estão quebrando records de público com sua UNLEASHED TOUR.Para resumir em poucas palavras: Emoção, Energia e Virtuose numa das suas formas mais sublimes. Foi incrível.
Para mim o Fleetwood Mac não foi a amor imediato – o Carlos Ricardo teve que me forçar a ouvir o Rumours (e foi “Dreams” que primeiramente me cativou) e depois o Vavá me educou a apreciar mais a voz da Stevie Nicks. Com o passar dos tempos, não só eles passaram a ser uma das minhas bandas favoritas, como passei a ter uma grande admiração por todo conjunto do trabalho do guitarrista Lindsey Buckingham – para mim, um dos músicos mais completos que já apareceram e, depois de ontem, solidificou a imagem do melhor guitarrista que pude assisitir (bye bye Eddie Van Halen, Brian May, etc). O cara não é só bom nos solos rápidos e poderosos de guitarra eleétrica (ele fez um solo de uns 7 minutos em “I’m So Afraid” que foi inesquecível) como é um mestre no violão acústico (“Big Love” é a maior prova disso). Só um registro: no início da década de 90, a banda teve que substituí-lo por um tempo e tiveram que contratar 2 (dois) guitarristas para que os solos ficassem parecidos com o que o Lindsey fazia sozinho.
O show foi muito bem produzido, com painéis que se moviam pelo palco, formando combinações de cores e formas diferentes, e o som estava perfeito (parecia CD). A banda comentou que essa tour tinha como o lema “Let’s Have Some Fun” e eles deixaram muito claro que estavam curtindo muito o que estavam fazendo e apresentando. Tocaram muito. Tanto o Lindsey como a Stevie Nicks – que já mostram os sinais da idade – estavam em uma forma e uma disposição incríveis.
O set-list foi básico, mas com algumas supresas: o show começou com “Monday Morning”, depois de alguns clássicos (Chain, Dreams, Gypsy, etc) eles tocaram a versão rápida de “Go Insane” (trabalho solo de Lindsey), fizeram também uma versão linda de “Never Going Back Again” (talvez o melhor momento do show), tocaram “Storms” do álbum Tusk (nunca tocada ao vivo antes dessa tour) e, para meu deleite e supresa, tocaram “Trouble” (outra da fase solo do Lindsey).
Abaixo, estou colando o set list completo. E vcs pode ver alguns vídeos do show de ontem na minha página do YouTube: http://www.youtube.com/user/ces77 .

Valeu a pena esperar, saímos com o coração cheio.

Um beijão para todos.
Ado


SET LIST

Monday Morning (from Fleetwood Mac, 1975)
The Chain (from Rumours, 1977)
Dreams (from Rumours, 1977)
I Know I'm Not Wrong (from Tusk, 1979)
Gypsy (from Mirage, 1982)
Go Insane (from Lindsey’s Go Insane, 1984)
Rhiannon (from Fleetwood Mac, 1975)
Second Hand News (from Rumours, 1977)
Tusk (from Tusk, 1979)
Sara (from Tusk, 1979)
Big Love (from Tango In the Night, 1987)
Landslide (from Fleetwood Mac, 1975)
Never Going Back Again (from Rumours, 1977)
Storms (from Tusk, 1979)
Say You Love Me(from Fleetwood Mac, 1975)
Troble (from Lindsey’s Law & Order, 1981)
Gold Dust Woman (from Rumours, 1977)
Oh Well (from Then Play On, 1969)
I'm So Afraid (from Fleetwood Mac, 1975)
Stand Back (from Stevie’s The Wild Heart, 1983)
Go Your Own Way (from Rumours, 1977)
World Turning (from Fleetwood Mac, 1975)
Don't Stop (from Rumours, 1977)
Silver Springs (Rumours outtake)

Arroz de Festa: Iron Maide (Originalmente Postado em 04/04/2009)

Pessoal,

Espero que tudo esteja bem por aí. Por aqui, a primavera está com cara de verão e rendendo banhos de piscina todos os dias.
Na última quinta-feira, para ricar mais um nome das lista de shows que eu faltava ver, fui ao Bank Atlantic Center, em Fort Lauderdale, para assistir ao Iron Maiden.
O Maiden é meio arroz de festa para o pessoal do Brasil, pois já deve ter visitado o país umas 7 vezes - só nessa tour, "Somewhere In Time", eles foram 2 vezes!
Mesmo assim, com todas essas oportunidades, eu nunca havia assistido um show da banda - e confesso que lamentava muito por ter perdido o show que eles fizeram no Rock in Rio 1 de 1985 - eles se apresentaram somente uma vez, no primeiro final semana, e eu só fui ao último (para ver QUEEN, YES, ACDC e outros).
Para tirar qualquer recalque, essa tour focava nos trabalhos da décade de 80, praticamente o mesmo set-list e tema do show do Rio.
No caminho para o show, uma boa surpresa: a rodovia I-95, meu caminho para o Bank Atlantic Center, passa ao lado do Aeroporto de Fort Lauderdale, e lá, devidamente estacionado perto da rodovia, estava o "Albatroz", o Boing 757, pintado com motivos da banda, que além de meio de tranporte para a tour de dois anos, foi pilotado pelo vocalista Bruce Dickson.
Sem eu saber, esse foi um show especial:
- Eles passaram por 10 cidades nos EUA no ano passado e não apareciam por aqui desde 1994. E nessa fase da tour, foi a única cidade americana.
- Como 3 dos 6 integrantes da banda moram por aqui (Boca Raton, Tampa e Fort Pierce), o Bank Atlantic Center estava cheio de bandeiras de "Welcome Home!".
- Foi o concerto de encerramento da tour (como já comentado, de dois anos).
Na platéia, tinha de tudo, adolecentes, velharia e, também, muitas crianças. O mais engraçado: os "cabeludos" de antigamente, perderam as madeixas e deixaram crescer as barrigas - como tinha gordo vestido prêto!
O show, tanto na performance, como na produção, foi tudo aquilo que eu precisava para tirar o atraso e matar o recalque - desde o início, com a maravillhosa "Aces High", como na brilhante performance de "Fear of the Dark" (com a platéia dando um show à parte), como na aparição de um EDDIE (o monstro-mascote da banda) gigantesco, que tomava o fundo do palco, na música "Iron Maiden". O Eddie voltou no bis, só que numa versão futurista e menor (durante "The Evil that Man Do").
A platéia do Iron Maiden é, com toda certeza, uma das mais apaixonadas que eu já pude presenciar - a banda é uma verdadeira religião para eles - e o show fica com uma aura incrível por conta disto.

Valeu a pena.

Um beijão,

ADO

Obs: eu postei alguns vídeos na minha página do You Tube (http://www.youtube.com/user/ces77)

George Benson no Hard Rock Live (Originalmente Postado em 22/03/2009)

Pessoal,

Espero que todos estejam bem por aí.
Por aqui, tivemos um sábado bem chuvoso (coisa muita rara) e que foi bem-vindo por conta da seca que anda por esses lados. No final da tarde, eu e a Candinha, fomos ao Hard Rock Hotel & Casino, em Hollywood, para assistir ao George Benson.
Eu sempre fui um grande fã dele, seja como artista pop ou como jazz-man, o seu disco "Give Me The Night" é peça obrigatória em qualquer coleção de quem diz gostar de música. Como guitarrista, têm uma sonaridade única e uma suavidade impressionante, como vocalista, uma potência e um swing fantástico. A noite era mais especial ainda, pois tratava-se de um show em que ele prestava um tributo a Nat King Cole. Para a coisa ficar mais especial: além da uma super banda, ele tocou com uma orquestra de 36 integrantes.
O show começou com a instrumental "Breezin' " e depois foi todo um set com os sucessos do Nat King Cole: MonaLisa, Smile, When I Fall In Love, Walking My Baby Back Home, Unforgetable, Nature Boy e mais. Tudo muito bonito.
Depois, mais pro final, a orquestra sai de cena, ficando ele e a banda para tocar seus grandes sucessos: Affirmation, Love X Love, Inside Love, In Your Yes, Turn Your Love Around, Give me the Night e aí vai.

Foi um show cheio de estilo e bom gosto, valeu muito a pena.

Abaixo, os links para alguns dos vídeos que gravei:

Breezin' - http://www.youtube.com/watch?v=r6MoRAZNQ6w <http://www.youtube.com/watch?v=r6MoRAZNQ6w>
MonaLisa - http://www.youtube.com/watch?v=CNt_itMBqgs <http://www.youtube.com/watch?v=CNt_itMBqgs>
Smile - http://www.youtube.com/watch?v=iWDvR2EPa_k <http://www.youtube.com/watch?v=iWDvR2EPa_k>
Love X Love - http://www.youtube.com/watch?v=iWDvR2EPa_k <http://www.youtube.com/watch?v=iWDvR2EPa_k>
Give Me The Night - http://www.youtube.com/watch?v=cK--wF97vxE <http://www.youtube.com/watch?v=cK--wF97vxE>

Um beijão pra todos,

ADO

Hall & Oates em Boca Raton (Originalmente Postado no dia 21/02/2009)

Pessoal,

De todos os shows que eu sempre quiz assistir, listando os meus artistas favoritos, tenho a felicidade de dizer que faltam pouquíssimos nomes (daqueles que ainda estão vivos na ativa). Ontem, sexta-feira, pude incluir mais um nome dos que eu queria, e muito, assistir: HALL & OATES.
Sob uma noite cheia de estrelas e bem fresquinha (uns 15C), pudemos assisti-los no Mizner Park Amphitheater em Boca Raton. Esse é um lugar pequeno, super bem localizado, onde não existem lugares ruins, mesmo assim, ficamos (eu, Candinha, Ana Luiza e Mauro) na sétima fila - dava pra ver as rugas (que não são poucas) deles.
O show é lindo, básico, e muito curtido, no qual, acompanhados por uma banda competente e excelente, eles desfilam todos seus clássicos e algumas músicas mais recentes. Abriram o show com "Out Of Touch" e por aí foram: Say It Isn't So, She´s Gone, One on One, I Can´t Go For That, You Make My Dreams Come True e, não poderia deixar de ser, Maneater e Kiss On My List.
Produção mínima e discreta, mas muita competência e empolgação - um show para não esquecer.
Visitem minha página no YouTube para conferir os vídeos que eu fiz: http://www.youtube.com/user/ces77 <http://www.youtube.com/user/ces77> .

Um beijão para todos e feliz carnaval.

Ado

Indicação de Cunhado... Show do Jonny Lang (Originalmente Postado em 18/02/2009)

Amigos,

A semana está intensa, bateu uma caravela por aqui e despejou 80% de nossa família - parecia aquele barco da "Terra Nostra", só que cheio de brasileiros... Por aqui estão meus pais, meus sobrinhos, minha irmã e cunhado e, também, o Marcelo, irmão da Cândida, com sua esposa, a Marice. Diz o dito: se cunhado fosse coisa boa, não começava com cu.... Mas nos meus 3 casos (Marcelo, Tavinho e Mauro) não posso reclamar. O Marcelo já veio com um presente/indicação, ingressos para assistir a um cara que eu nunca tinha ouvido falar muito (pelo menos, eu não prestava muita atenção):
Jonny Lang.

Trata-se de um cara bem novo, branco e loiro, que toca blues e guitarra feito gente grande (e preto) - tanto que o próprio B.B.King o considera o seu potencial sucessor e fala isso aos quatro cantos - o Eric Clapton, no ano passado, mencionou Jonny Lang como sendo a "esperança do blues". O cara têm 28 anos (lançou seu primeiro CD com 15 anos!) e toca muuuuuito.

Fomos assiti-lo ontem, em Fort Lauderdale, em um teatro pequeno e agradável, no meio de uma platéia seleta e muito empolgada - o Cu-nhado acertou em cheio, o show foi maravilhoso e surpreendente - além de uma banda maravilhosa, o cara toca como eu nunca havia visto antes. Recomendo baixar, ver, comprar, é bom mesmo.

Para avaliação imediata, favor verificar os vídeos abaixo:

Bom Começo de Ano: Billy Joel e Eagles (Originalmente Postado em 27/01/2009)

Pessoal,

Os últimos dias estão bem intensos - fizemos a mudança de casa, tivemos visitas (e vamos receber mais), no escritório o ritmo está bem forte intenso (o que é uma dádiva em um ambiente como esse). Por isso eu não estou mandando muitas notícias.

Acabei deixando de reportar um belo show que fui assistir no dia 04 - eu e a Cândida levamos o sogrinho e a sogrinha para assistir ao Billy Joel. Fui muito bom, ele é uma figura muito simpática e engraçada e faz um show competente e muito divertido.

Ontem fui assistir a um outro clássico e não poderia deixar passar muito tempo para contar para vcs: fui assistir ao EAGLES - foi um show surpreendente.

Quando bandas "das antigas", como eles, iniciam uma tour, a sua espectativa normal é de algo burocrático, quase um "jogo de tabela". Não foi esse o caso. Eles lançaram um CD novo, muuuuuuito bom, e estão na estrada para divulgar esse trabalho. O show é muito bem montado, com uma belíssima produção (luzes e projeções), um som PERFEITO e uma banda maravilhosa.Don Henley, Glen Frey, Joe Wash e cia, estão afiadíssimos, vocais e harmonias melhores do que nunca, guitarras duelando e uma banda de apoio muito boa e enorme (naipe de metais, 3 tecladistas, percussão, violinos, etc). Foi um dos melhores show que eu pude assistir - até porque eu fui assistir "no vácuo", sem esperar muito. Valeu a pena!

Um beijão para todos!

Ado